Fontes primárias e textos clássicos
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MARCO AURÉLIO (c. 170-180 d.C.). Meditações. Versão aberta em inglês: The Internet Classics Archive (MIT). http://classics.mit.edu/Antoninus/meditations.html
No livro: p. 184 ("O estoicismo nos pede temperança, coragem, justiça e sabedoria")
As quatro virtudes citadas são os pontos cardeais da tradição estoica (sabedoria, justiça, coragem e temperança), com raízes platônicas. Na p. 185 falo também da ideia estoica de viver de acordo com a razão.
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BÍBLIA. Evangelho segundo Mateus 5,38-42 (Sermão da Montanha, século I d.C.). Qualquer edição.
No livro: p. 184 ("O cristianismo nos pede que, diante de uma agressão, ofereçamos a outra face")
O preceito de oferecer a outra face está em Mateus 5,39 (e em Lucas 6,29).
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Dhammacakkappavattana Sutta (Saṃyutta Nikāya 56.11, Cânone Pāli). Tradução aberta em inglês, de Thanissaro Bhikkhu: https://www.accesstoinsight.org/tipitaka/sn/sn56/sn56.011.than.html
No livro: p. 184 ("O budismo nos convida a reconhecer as raízes do sofrimento e nos despir delas")
Primeiro sermão do Buda sobre as “Quatro Nobres Verdades”: o sofrimento, sua origem, sua cessação e o caminho. Formulação clássica das "raízes do sofrimento" que o capítulo evoca.
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CONFÚCIO (século V a III a.C.). Analectos (Lunyu). (Edição brasileira: Os Analectos, trad., comentários e notas de Giorgio Sinedino, Editora Unesp, 2012.)
No livro: p. 184 ("O confucionismo nos pede retidão nas relações")
Aforismos de Confúcio e seus discípulos que tratam da retidão nos papéis e nas relações (filho, pai, governante, amigo). No Brasil, a edição da Unesp foi feita diretamente do chinês clássico e acompanha também os comentários tradicionais.
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LAOZI (c. século IV a.C.). Daodejing (Tao Te Ching). Texto aberto (chinês e inglês): https://ctext.org/dao-de-jing
No livro: p. 184 ("O taoismo contempla a fluidez do caminho e a não ação como ação")
A "não ação como ação" é o “wu wei”, ideia do Dao De Jing.
Reportagens, relatórios e dados
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LEMOS, Ronaldo (2009). "Desconectar é preciso". Revista Trip, edição 181, 16 de setembro de 2009. https://revistatrip.uol.com.br/trip/desconectar-e-preciso
No livro: p. 183 ("Escrevi meu primeiro texto sobre o tema em 16 de setembro de 2009")
Meu artigo na revista Trip de 16 de setembro de 2009, edição 181. Cópia preservada no Wayback Machine (snapshot de 16 de janeiro de 2026). É o meu primeiro texto sobre a necessidade da desconexão, tema que se tornou recorrente para mim desde então.
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WE ARE SOCIAL; MELTWATER (2024). "Digital 2024: Brazil". DataReportal. https://datareportal.com/reports/digital-2024-brazil
No livro: p. 185 ("quem precisa ser analisado passa nove horas por dia em frente a uma tela")
9 horas e 13 minutos de internet por dia entre usuários de 16 a 64 anos, dados GWI do terceiro trimestre de 2023.
Filmes e outras obras
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ZEMECKIS, Robert (dir.) (1994). Forrest Gump. Paramount Pictures.
No livro: p. 182 ("Um Forrest Gump fugindo da própria mente")
Falo da sequência em que o protagonista Forrest Gump atravessa o país correndo sem parar. O filme é baseado no romance homônimo de Winston Groom (1986). Boa comparação do período em que chegava a correr cinquenta quilômetros por semana. Muito longe de um yamabushi do Monte Hiei, mas garanto ao leitor que não era pouca coisa não.